

A Avenida D. João II, eixo enérgico traçado no sentido Norte-Sul, está contida no seu extremo pela massa transversal do Cabeço das Rolas a qual, na modelação dos seus muros, assume um carácter de fortaleza, de bastião, com a sua carga de memória e sentido de permanência.
A proposta para o edificado, em que sobressaem dois volumes com orientação perpendicular à curva, liberta espaços exteriores com escala e enquadramento diverso, criando um pequeno centro, e organizando percursos que ligam a Avenida D. João II ao Cabeço das Rolas, sendo a marcação do eixo da avenida numa linha tangente a um dos edifícios, preferida à referência a um eixo construído, mais estático e opaco.
Dando expressão a esta proposta, que deseja estabelecer uma articulação sensível entre texturas e espaços urbanos significativos, e sentir o lugar como um ponto de rotação proporciona uma solução muito clara e simples, na qual dois volumes, cujos planos superficiais recebem texturas ritmadas e ordenadas, são articulados por um espaço/percurso de acesso ao Cabeço das Rolas, o que permite prolongar a vista axial, sem deixar de marcar o eixo urbano, e dando expressão firme e discreta ao remate desse eixo.
Lisboa |
Privado | 2012
Príncipe Perfeito
A Avenida D. João II, eixo enérgico traçado no sentido Norte-Sul, está contida no seu extremo pela massa transversal do Cabeço das Rolas a qual, na modelação dos seus muros, assume um carácter de fortaleza, de bastião, com a sua carga de memória e sentido de permanência.
A proposta para o edificado, em que sobressaem dois volumes com orientação perpendicular à curva, liberta espaços exteriores com escala e enquadramento diverso, criando um pequeno centro, e organizando percursos que ligam a Avenida D. João II ao Cabeço das Rolas, sendo a marcação do eixo da avenida numa linha tangente a um dos edifícios, preferida à referência a um eixo construído, mais estático e opaco.
Dando expressão a esta proposta, que deseja estabelecer uma articulação sensível entre texturas e espaços urbanos significativos, e sentir o lugar como um ponto de rotação proporciona uma solução muito clara e simples, na qual dois volumes, cujos planos superficiais recebem texturas ritmadas e ordenadas, são articulados por um espaço/percurso de acesso ao Cabeço das Rolas, o que permite prolongar a vista axial, sem deixar de marcar o eixo urbano, e dando expressão firme e discreta ao remate desse eixo.
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- Parque das Nações
Lisboa
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Privado | 2012














